quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Declaração de Salamanca: marco histórico da Inclusão




O marco histórico da inclusão aconteceu em junho de 1994, com a Declaração de Salamanca ( Espanha), realizada pela UNESCO na Conferência Mundial Sobre Necessidades Educativas Especiais: Acesso e Qualidade , assinado por 92 países, que tem como princípio fundamental: "todos os alunos devem aprender juntos, sempre que possível, independente das dificuldades e diferenças que apresentem".
Muito mais do que uma idéia defendida com entusiasmo por profissionais de diversas áreas desde 1990 a construção de sociedades inclusivas, nos mais diferentes pontos do planeta, é meta do que se poderia chamar de movimento pelos "direitos humanos de todos os humanos". A ONU assinou a resolução 45/ 91, que solicita ao mundo "uma mudança no foco do programa das nações unidas sobre deficiência, passando da conscientização para a ação, com o compromisso de se concluir com êxito uma sociedade global para todos por volta de 2010.” Em 2011, esta meta ainda está em processo. Vale lembrar trechos da “Declaração de Salamanca” para uma reflexão em nossa prática.
“Educação inclusiva: Capacitar escolas comuns para atender todos os alunos, especialmente aqueles que têm necessidades especiais.
Princípio da inclusão: Reconhecimento da necessidade de se caminhar rumo à escola para todos - um lugar que inclua todos os alunos, celebre a diferença, apóie a aprendizagem e responda às necessidades individuais.
Toda pessoa tem o direito fundamental à educação e a ela deve ser dada a oportunidade de atingir e manter um nível aceitável de aprendizagem.
Todo aluno possui características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que são singulares. Os sistemas educacionais devem ser projetados e os programas educativos implementados de tal forma a considerar a ampla diversidade dessas características e necessidades.
As escolas devem acomodar todos os alunos independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, lingüísticas ou outras. O desafio para uma escola inclusiva é o de desenvolver uma pedagogia centrada no aluno, uma pedagogia capaz de educar com sucesso todos os alunos, incluindo aqueles com deficiências severas.
0 princípio fundamental da escola inclusiva consiste em que todas as pessoas devem aprender juntas, onde quer que isto seja possível, não importam quais dificuldades ou diferenças elas possam ter. Escolas inclusivas precisam reconhecer e responder às necessidades diversificadas de seus alunos, acomodando os diferentes estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando educação de qualidade para todos, mediante currículos apropriados, mudanças organizacionais, estratégias de ensino, uso de recursos e parcerias com suas comunidades.
Os currículos devem ser adaptados às necessidades dos alunos e não o inverso. As escolas devem, portanto, oferecer oportunidades curriculares que se adaptem a alunos com diferentes interesses e capacidades.
A fim de acompanhar o progresso de cada aluno, os procedimentos de avaliação devem ser revistos.
Aos alunos com necessidades educacionais especiais devem ser oferecidas diferentes formas de apoio, desde uma ajuda mínima em classes comuns até programas adicionais de apoio à aprendizagem na escola, bem como a assistência de professores especialistas e de equipe de apoio externo.”

Fonte: The Salarnanca Stateinent and Framework for Action on Special Needs Education. UNESCO, 7-10 junho 1994. 47 p
Tradução: Romeu Kazumi Sassaki.



quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Adaptações Curriculares


Iniciamos, em uma das escolas em que atuo, as adaptações curriculares, que vão atender alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, tendo como referência a elaboração do projeto pedagógico e a implementação de práticas inclusivas no sistema escolar. Desenvolvemos as primeiras ações com base nos seguintes aspectos: atitude favorável para diversificar e flexibilizar o processo de ensino- aprendizagem, de modo a atender às diferenças individuais dos alunos; identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos regularmente matriculados, para justificar a priorização de recursos e meios favoráveis à sua educação; adoção de propostas curriculares diversificadas, em lugar de uma concepção uniforme e homogeneizadora de currículos.
Os critérios de adaptação curricular são indicadores do que os alunos devem aprender, de como e quando aprender, das distintas formas de organização do ensino e de avaliação da aprendizagem com ênfase na necessidade de previsão e provisão de recursos e apoio adequados. Consideramos Apoio, neste caso, os diversos recursos e estratégias que promovem o interesse e as capacidades das crianças. Com isto, objetivamos proporcionar a nossos alunos condições para o desenvolvimento da autonomia, produtividade e integração às rotinas escolares.
Tipos de adaptações Propostas:
Organizativas - englobam organização didática da aula (conteúdos e objetivos de interesse do aluno ou diversificados), disposição do mobiliário, de materiais didáticos e tempos flexíveis.
Objetivos e Conteúdos - definem prioridade de áreas e conteúdos de acordo com critérios de funcionalidade; ênfase nas capacidades, habilidades básicas de atenção, participação e adaptabilidade dos alunos; seqüência gradativa de conteúdos, do mais simples para o mais complexo; conteúdos básicos e essenciais em detrimento de conteúdos secundários e menos relevantes.
Avaliativas - consistem na seleção de técnicas e instrumentos de acordo com a identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos.
Entendemos que a educação especial é concebida como modalidade de educação escolar complementar e necessária para que alunos com necessidades educacionais especiais alcancem os fins da educação geral. Este é o viés que permeia as proposições contidas no documento lançado pelo MEC para orientar a ação pedagógica dos educadores quanto às adaptações curriculares que visam a inserção, no sistema escolar, de alunos com deficiências física, sensorial, mental, altas habilidades, condutas atípicas e outras peculiaridades.
Nosso trabalho, enquanto equipe diretiva, nos compromete com o acompanhamento das propostas estabelecidas, objetivando o atendimento específico a cada perfil de aluno com necessidades especiais que fazem parte de nossa realidade escolar. Contamos com uma equipe de educadores  qualificados e experientes, comprometidos com a proposta inclusiva, o que nos permite vislumbrar, com tranqüilidade, o alcance dos objetivos propostos nas adaptações curriculares.
Em uma nova postagem, farei o relato dos resultados do trabalho desenvolvido  durante os meses de novembro e dezembro.
Aguardem!
Para lembrar da importância da Inclusão Escolar para todos os envolvidos, segue um gráfico das imensas possibilidades que nossas crianças dispõem e que aguardam ser desenvolvidas.





domingo, 30 de outubro de 2011

É preciso saber perder




Perder e ganhar são atitudes que se aprende. É muito bom ganhar, mas nem sempre isso é possível, pois a vida é feita de vitórias e derrotas. No entanto, algumas crianças apresentam um exagerado sentimento de desgosto e inconformismo quando expostas a resultados negativos, o que pode estar ligado a medos, inseguranças, estresse ou algum problema familiar.
 A escola se constitui em um espaço para a criança aprender a lidar com frustrações - seja por ter perdido um campeonato ou por não ter tirado a nota mais alta da sala -, porque ali ela está entre seus pares. É na fase escolar que acontecem importantes aprendizados para a vida adulta. Dentre eles está a aceitação e compreensão de nossas capacidades e limitações. A principal forma de se trabalhar essa questão na escola é conversando com a criança e dizendo a ela, de forma clara, que as frustrações fazem parte da vida de todos. Colocar limites desde cedo e criar uma rotina com obrigações simples também pode ajudar as crianças a aceitar melhor as negações quando elas ocorrerem.
Crianças que não sabem perder podem apresentar reações como: ficar calada e se isolar da turma; chorar; ficar brava e agressiva; ficar emburrada ou
 culpar o colega pelo seu fracasso. O comportamento da criança que se frustra com algo depende de sua personalidade.
Uma conversa, que deve acontecer no momento em que a frustração ocorrer, como forma de acolher a criança, pode ser a resposta para a angústia gerada.  Todas as atividades realizadas na escola são propícias para que o professor observe o comportamento dos alunos. Caso note que algum deles não se comporta bem quando perde (chora, abandona o jogo, age com agressividade etc.), conversar com ele, ajudando-o a entender que ninguém consegue ganhar sempre e que perder é natural, é sempre recomendado. Quando a criança perde um jogo ou tira uma nota baixa, ela tem que entender porque aquilo aconteceu e  não desistir diante de obstáculos.Veja a seguir, algumas dicas:
Ø  Diga que perder é chato, mas que isso não significa que ela vá perder sempre, e que ela pode pensar em uma estratégia para ganhar da próxima vez.
Ø  Explique que adultos também perdem, mas que, com o tempo, aprendem a lidar com isso.  Podemos, enquanto educadores, contar alguma situação real em que  perdemos ou que as coisas não saíram como imaginávamos.
Ø  Fale que ninguém é perfeito e que todos nós temos facilidades em algumas coisas e dificuldades em outras.
Ø  Ao jogar - um comportamento que atravessa séculos -, a criança descobre que ganhar e perder faz parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar várias situações e os adversários.
Ø  Jogos de tabuleiro revelam peculiaridades da cultura de um povo. Alguns tradicionais, como o Jogo da Glória, surgiram como forma de simbolizar a vida e a morte. Outros demonstravam em sua origem a importância das estratégias de guerra, como o xadrez, e as crenças de um povo, como o mancala.
Levando em conta essas características de comportamento e cultura, quando se transforma em espaço de jogo, a escola possibilita a construção de saberes. O desafio de uma partida proporciona a elaboração e a exploração de questões relacionadas à sociabilidade (que se dá por intermédio de regras) e ao desenvolvimento de estratégias. Detalhes que chamam a atenção para a possibilidade de trabalhar com tabuleiros sem a obrigatoriedade de vincular a atividade às áreas do conhecimento.
Ø   Estimular as crianças a ajudarem umas as outras. Por exemplo, a que tem mais facilidade em Português ajuda a que tem dificuldade nessa disciplina. Por sua vez, essa ajuda algum colega que tenha dificuldade em algo que ela tenha facilidade, e assim por diante.
 O mais importante é que as crianças percebam que todos nós temos facilidades e dificuldades, e que podemos ensinar nossos colegas e também aprender com eles, porque ninguém é bom em tudo e, muito menos, perfeito. E, o que não elaboramos na infância, pode tornar-se motivo de dificuldades maiores a serem enfrentadas na idade adulta.







sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O Diálogo Necessário

 


Ao pensar na morte, seja a simples idéia da própria morte ou a expectativa, mais do que certa, de morrer um dia, seja a idéia estimulada pela morte de um ente querido ou mesmo de alguém desconhecido, o ser humano maduro normalmente é tomado por sentimentos e reflexões.
Esses pensamentos, ou melhor, os sentimentos determinados por esses pensamentos variam muito entre as pessoas. Também variam muito entre diferentes momentos de uma mesma pessoa. Podem ser sentimentos confusos e dolorosos, serenos e plácidos, raivosos e rancorosos, racionais e lógicos, e assim por diante. 
Enfim, são sentimentos das mais variadas tonalidades.
Isso tudo pode significar que a morte, em si, pode representar algo totalmente diferente entre as diferentes pessoas, e totalmente diferente em diferentes épocas da vida de uma mesma pessoa.
Como educadores, temos diante de nós muitas vidas que, em algum momento, irão enfrentar perdas pelo falecimento de pessoas próximas. Como auxiliá-los a compreender e elaborar os próprios sentimentos? Esta reflexão nos leva também para a pessoa do educador e sua vivência relativa ao tema. Pelo fato de este ser um sentimento que nos torna a todos muito vulneráveis, o fato de sermos adultos responsáveis perante uma criança enlutada, requer um olhar de acolhimento a si mesmo. E, sob este aspecto, nem todos sentem-se preparados para trabalhar o tema morte com suas crianças.
Assim, busquei algumas referências que possam servir de auxílio aos educadores em sua atuação junto aos alunos.
Crianças não desconhecem a realidade da morte, elas têm sua forma própria de perceber, compreender e reagir a ela, forma esta que está sempre presente em suas brincadeiras, curiosidades e em suas próprias experiências de perdas e luto. O adulto que silencia diante da morte não está protegendo a criança, e sim, deixando-a sozinha com suas dúvidas, ansiedades, temores e fantasias. Na verdade, esta é a forma que o adulto encontra para proteger a si mesmo e a seus próprios temores. Ajudar-se também faz parte do crescimento emocional do educador. A partir daí, ficará mais fácil propiciar um espaço de discussão, reflexão e troca de experiências sobre a morte no universo infantil, a fim de encontrar formas adequadas e seguras de conversar com as crianças, de ajudá-las a melhor compreender e lidar com a morte e as perdas que irá sofrer no decorrer de sua vida.
Nos desenhos animados, a casa desaba e o personagem sai dos escombros ileso, lépido e faceiro. Como acreditar então em morte irreversível? Crianças entre dois e quatro anos raramente se perturbam e ficam ansiosas pela visão da morte, pois não têm idéia do que ela significa. A irreversibilidade é um conceito que ainda não existe nessa faixa etária. Esses sentimentos emergem por volta dos cinco ou seis anos. Um pouco mais tarde, por volta dos sete, começa a aparecer o sentimento de perda, ao mesmo tempo em que a criança começa a ler e a entender melhor a realidade que a cerca. Violência, câncer, acidentes e tóxicos já podem entrar no bate-papo. É justamente nessa fase que ocorrem a maioria das perguntas sobre a morte. As perguntas podem parecer difíceis até para os adultos – por que ela viveu tão pouco? Para onde ela foi? – mas as respostas devem ser simples e verdadeiras, baseadas nas suas crenças pessoais. Se o educador não sabe a resposta ou têm dúvidas sobre o assunto, pode dizer isso para a criança. O que vale é passar uma idéia na qual se acredita. É sempre preferível dizer a verdade - a sua verdade.
Como lidar com a situação:
> Diga sempre a verdade. Evite criar histórias mirabolantes e fantasiosas. Se disser que a pessoa que morreu foi para o céu, um lugar maravilhoso, cheio de brinquedos, por exemplo, a criança pode querer ir para lá também. Além disso, o pequeno nota a incoerência do argumento, pois se o lugar é tão bom, por que todos estão tristes?
> Respeite o tempo da criança. Ela pergunta de acordo com a sua capacidade de entender.
> Dê respostas curtas e objetivas. Avance apenas se a criança pedir mais explicações.
> Respeite o desejo da criança. Se ela faz questão de ir ao velório, leve-a (não precisa ficar o tempo todo).
> Use exemplos do cotidiano.
> Evite desmentir a versão da família. É importante saber como os familiares abordam a questão, para evitar conflitos à criança.  Se achar necessário, sugira ajuda profissional.

Para mais sugestões indico o site: http://www.persona-site.com.br/ , que, além deste, traz orientações sobre os mais diversos temas.
Alguns livros infantis que abordam o assunto:
Os Porquês do Coração (Conceil C. Silva)
Vó Nana (Margaret Wild)
Menina Nina (Ziraldo)
Eu vi mamãe nascer (Luiz Fernando Emediato)
A Montanha Encantada dos Cisnes Selvagens (Rubem Alves)
Quando os Dinossauros Morrem (M. Brown)
A história de uma folha (Leo Buscaglia)
Tempos de Vida (B.Mellonie e R. Ingpen).
É importante lembrar que, quando as crianças não fazem perguntas sobre a morte de um ser querido, não significa que não as tenham. Eles percebem que formulá-las abertamente provocaria angústia e incômodo nos adultos. Se não se falar sobre isso, aparecem sintomas (físicos e psíquicos) de diferente gravidade.
A verdade é triste, mas ignorá-la, pode adoecer.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O falso hiperativo

 Vanessa Prata


"O hiperativo não se concentra em nenhuma atividade por muito tempo, tem dificuldades em relacionar-se por ser bastante agitado, não termina de executar as atividades e, muitas vezes, por esse motivo, tem notas mais baixas, embora a grande maioria dos hiperativos seja inteligente. Já o impulsivo age sem pensar nas consequências e quando para e reflete pode ou não se arrepender. Os dois, no entanto, sofrem com problemas emocionais, autoestima baixa, insegurança e outros sentimentos."  Adriana Monteiro da Silva, coordenadora pedagógica de Educação Infantil e Ensino Fundamental I.
 Quem nunca teve um aluno que não para quieto um minuto em sala de aula, está sempre se movimentando, conversando, deixando os materiais cair ou que parece estar “no mundo da lua”? Muitas crianças agitadas, hoje em dia, são consideradas hiperativas e chegam a tomar remédios de uso controlado. É preciso atenção, no entanto, para não rotular um aluno de hiperativo sem um diagnóstico multidisciplinar, desenvolvido por médicos, psicólogos, pedagogos e outros especialistas.
Quando o aluno é muito desorganizado, a ponto de perder todos os seus pertences escolares, seus cadernos são amassados e borrados, a caligrafia é ilegível e ele não gosta de escrever, embora sendo  inteligente é importante realizar, com ele,  algumas combinações e muita conversa, com postura sempre firme, mostrando a ele suas responsabilidades e as consequências para cada uma de suas ações, sejam boas ou ruins. Estas características o definem como uma criança impulsiva e agitada,  e que pode desenvolver atitudes que favoreçam seu crescimento em harmonia consigo e com os demais, sem necessitar de medicamentos. A participação da família também é fundamental nesse processo, apoiando a escola e reforçando, em casa, as questões referentes à responsabilidade. Enquanto educadores, é importante  agir com muita cautela, pois cada caso é único, cada criança é única, com experiências de vida diferentes umas das outras. Confira as atividades propostas por Adriana para promover a socialização dos alunos e reforçar conceitos de organização e respeito ao próximo.
Boneco da amizade

Materiais:
• História ou poema que trate do tema amizade
• Molde da silhueta do boneco
• Lápis de cor
• Canetas hidrográficas
• Fita dupla face

      1.Em roda, leia o poema ou a história.
2. Lance a discussão baseada em questões como: é importante termos amigos? Por quê? Como temos que agir para sermos bons amigos? Como seria nossa vida sem amigos?
3. Finalize a discussão e inicie a atividade artística.
4. Distribua um molde da silhueta do boneco para cada aluno.
5. Peça que cada aluno faça sua própria decoração com lápis e canetas coloridas.
6. Quando todos os bonecos estiverem prontos, fixe-os no mural da sala ou do pátio da escola de modo que fiquem posicionados de mãos dadas, representando a amizade da turma.

Dica de leitura!



Ser Criança É Difícil! Coleção Viver e Aprender
Esse livro pretende mostrar às crianças a importância de serem o que são. Uma das características da sociedade moderna é o ritmo acelerado do desenvolvimento das crianças. Elas não apenas amadurecem mais cedo como são expostas desde pequenas a informações de todo tipo. Assim, são levadas a se preocupar com questões concretas e complexas, e acabam dedicando menos tempo ao que verdadeiramente interessa: serem simplesmente crianças.
Autora: Jennifer Moore-Mallinos
Editora: Escala Educacional

 • Dani Furacão- Coleção Sinto Tudo Isso e Mais um Pouco
Daniela, a Dani Furacão, relata diferentes situações em que explode de raiva. Quando é contrariada, suas explosões geram problemas de relacionamento com amigos e familiares. Até que, com ajuda dos pais, ela percebe que bater ou gritar não soluciona os problemas, Pelo contrário, cria outros. Ela aprende que o diálogo e o respeito trazem muito mais alegria e harmonia para a vida.
 Autora: Carmen Lúcia Campos
Editora: Escala Educacional

Onde encontrar:
www.escalaeducacional.com.br